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  • Tradução —Comparando os três principais tradutores por máquina (SMT) com uma tradução humana.Desde o início da epidemia do novo coronavírus que eu estou traduzindo alguns artigos mais ou menos famosos sobre o vírus, tentando assim aumentar o alcance dessas informações para aquelas pessoas que não tenham domínio do inglês (principalmente) e ajudando a disseminar conteúdo informativo.Uma das questões que surge, contudo, é que os tradutores automáticos (DeepL, Google e Bing) fazem um trabalho que, quase sempre, torna a tradução humana inútil ou, pelo menos, supérflua. Claro que isso normalmente parte de pessoas sem formação na área e sem muita capacidade análitica, mas, mesmo assim, resolvi fazer um experimento com isso.Abaixo eu publico três traduções do artigo ** **Addressing the COVID-19 Pandemic in Populations With Serious Mental Illness** publicado dia 3 de abril de 2020 e que trata de um tema que me é caro.A primeira tradução é a minha, revisada e devidamente pesquisada terminologicamente. A segunda é a tradução do DeepL, que eu considero o melhor desses programas de SMT, a terceira a do Google Tradutor e por último a do Bing Translator — eu considero ambos semelhantes em erros e acertos.Note-se que se você usa algum tipo de programa para tradução, tal como o Trados Studio, com a API do Google conectada nele, os resultados serão distinto do apresentado pelo tradutor do Google aqui publicado. Isso se dá por dois motivos principais:A sua API já está treinada com as colocações (uso e desuso de termos) que você usa. *A sua tradução também contará com a sua memória de tradução e a sua base terminológica para se guiar ao longo do texto.Ainda existe a possibilidade de traduzir esse artigo usando, por exemplos, o ótimo Moses SMT, mas ele exige uma instalação no computador e, pelo menos, o alinhamento de corpora localmente. Algo que não é difícil de fazer mas, no momento, eu não estou com vontade de fazer (se eu fizer, será posta ao final dessa publicação e com a devida indicação). As referências estão apenas ao final do texto e, lógico, valem para todas as cinco publicações.* ###Lidando com a pandemia de COVID-19 em populações com doenças mentais graves Benjamin G. Druss, MD, MPH1JAMA Psychiatry.

Publicado on-line em 3 de abril de 2020.

doi: 10.1001 / jamapsychiatry.2020.0894A pandemia do novo coronavírus 2019 (COVID-19) apresentará um estressor sem precedentes para pacientes e sistemas de saúde em todo o mundo. Como atualmente não existe uma vacina ou tratamento para a infecção subjacente, os esforços atuais de saúde estão focados em fornecer prevenção e triagem, manter a continuidade do tratamento para outras condições crônicas e garantir acesso a serviços intensivos de maneira adequada para aqueles com os sintomas mais graves [1].Estes desastres, contudo, afetam desproporcionalmente populações pobres e vulneráveis; assim, os pacientes com doenças mentais graves podem estar entre os mais atingidos. As altas taxas de tabagismo nessa população podem aumentar o risco de infecção e levá-los ao pior prognóstico possível entre os que desenvolvem a doença [2]. A instabilidade residencial e a falta de moradia podem aumentar o risco de infecção e dificultar a identificação, o acompanhamento e o tratamento das pessoas infectadas [3]. Indivíduos com doenças mentais graves e que estejam trabalhando podem ter dificuldades em tirar uma folga do trabalho e podem não ter uma cobertura de seguro que seja suficiente para cobrir os testes ou o tratamento. Os seus poucos contatos, tanto pessoais como profissionais, podem limitar as oportunidades de se obter apoio de amigos e familiares, caso estes indivíduos com doenças mentais graves fiquem doentes. Tomados em conjunto, esses fatores podem levar a taxas elevadas de infecção e prognósticos piores que a média para as pessoas nessa população.Quais estratégias estão disponíveis para mitigar o resultado dessa epidemia entre pacientes com doença mental grave? As políticas federais de preparação, desenvolvidas no momento de desastres complexos, adotaram cada vez mais a noção de preparação de toda a comunidade; de modo que essa apoia a construção e o suporte de estruturas em vários níveis, permitindo nos preparar e responder, principalmente às populações vulneráveis [4]. No sistema público com doenças da área da saúde mental, isso inclui o envolvimento com usuários de serviços de saúde mental, médicos e políticas federais e estaduais.Apoiando pacientes com doença mental graveAs pessoas com doenças mentais graves devem receber informações precisas e atualizadas sobre as estratégias para mitigar os riscos e assim saber quando procurar tratamento médico para o COVID-19. Os materiais voltados para o paciente, desenvolvidos para populações em geral, precisarão ser adaptados para lidar com a alfabetização limitada e, principalmente, com os desafios na implementação de recomendações de distanciamento físico, que encontram obstáculos nessas populações principalmente devido à pobreza e às situações de vida instáveis. As mensagens precisarão fornecer garantias de que aqueles que procuram atendimento não sofrerão penalidades com relação ao custo ou ao status de imigração. Os pacientes precisarão de apoio para manter hábitos saudáveis, incluindo dieta e atividade física, bem como o autogerenciamento das condições de saúde física e mental.Também será importante abordar as dimensões psicológicas e sociais dessa epidemia para os pacientes. A preocupação pode exacerbar e ser exacerbada pela ansiedade e pelos sintomas depressivos preexistentes. Estratégias de distanciamento físico, críticas para mitigar a propagação da doença, também podem aumentar o risco de solidão e isolamento nessa população. Aqueles que adoecem podem enfrentar um estigma duplo associado às infecções e às condições de saúde mental. Para qualquer paciente, os sintomas psicológicos surgirão em um contexto pessoal e social único e que deve ser considerado no desenvolvimento de um plano de tratamento.Capacitando Médicos que lidam com Saúde MentalOs médicos da área da saúde mental costumam ser o principal ponto de contato com um sistema de saúde mais amplo para seus pacientes com doenças mentais graves e, como tal, representam o primeiro contato de resposta à pandemia de COVID-19 para muitos desses indivíduos. Estes profissionais da saúde mental precisam de treinamento para reconhecer os sinais e sintomas deste tipo de doença e desenvolver estratégias básicas para mitigar a propagação da doença, tanto em seus pacientes quanto em si mesmos. Os médicos devem conversar com seus pacientes sobre a melhor forma de implementar essas estratégias.E também, os próprios médicos precisarão de apoio para manter sua própria segurança e bem-estar. Sempre que possível, os serviços devem ser prestados via telemedicina ao invés de pessoalmente e, quando visitas pessoais forem necessárias, devem fazê-las de forma individual e jamais em grupos. Cuidados com crianças e idosos devem ser disponibilizados para os médicos da saúde mental que trabalham em turnos extras. O apoio dos colegas será essencial para manter o bem-estar físico, mental e social, principalmente se a pandemia tiver uma duração prolongada.Fortalecimento dos sistemas de saúde mentalÉ provável que a pandemia do COVID-19 exerça grande pressão tanto sobre os centros comunitários de saúde mental como nos hospitais psiquiátricos estaduais. Essas instalações têm capacidade limitada para rastrear ou tratar condições médicas, sendo que poucas tem relações com as agências de saúde pública locais ou estaduais. É fundamental que essas organizações desenvolvam planos de continuidade de operações para garantir que possam manter funções vitais em face de doenças da equipe ou da escassez de medicamentos psicotrópicos. As clínicas precisarão de protocolos para identificar e encaminhar pacientes com risco de infecção e estratégias de auto quarentena para médicos que desenvolvam os sintomas da doença. Proteções ambientais adequadas, incluindo espaços bem ventilados, fácil acesso à lavagem das mãos e equipamentos de proteção individual devem estar disponíveis. As configurações institucionais, incluindo hospitais psiquiátricos estaduais, asilos e instalações de cuidados prolongados, correm um risco particularmente alto de surtos e precisam garantir que eles tenham planos de contingência para detectá-los e contê-los, caso ocorram.Expansão das políticas de saúde mentalNas próximas semanas, haverá uma onda de novas leis, regulamentos federais e políticas estaduais que serão desenvolvidas para mitigar os resultados econômicos e sanitários do surto de COVID-19 [5]. Essas políticas terão especial urgência para populações com doenças mentais graves devido aos seus riscos elevados. As autoridades estaduais de saúde mental desempenharão um papel crítico na criação e administração de políticas relacionadas ao COVID-19 em seus hospitais estaduais e clínicas comunitárias de saúde mental. O papel das políticas sociais, como o Programa de Assistência Nutricional Suplementar, apoio à moradia e licença médica remunerada para funcionários horistas, será vital para garantir a saúde e o bem-estar dessa população.A pandemia do novo coronavírus criará desafios sociais e sanitários sem precedentes, tanto nos EUA quanto internacionalmente. E, assim, as pessoas com doenças mentais graves correm um risco excepcionalmente alto durante esse período, o que deve se estender ao sistema público de saúde mental, essencial para a prestação de seus cuidados. Então, um planejamento e execução cuidadosos em vários níveis serão essenciais para minimizar os resultados adversos dessa pandemia para essa população vulnerável.Informações sobre o artigoAutor para correspondência: Benjamin G. Druss, MD, MPH, Escola de Saúde Pública Rollins, Universidade de Emory, 1518 Clifton Rd, Atlanta, GA 30322 ( [email protected] ).Publicação on-line: 3 de abril de 2020. doi: 10.1001 / jamapsychiatry.2020.0894Divulgação de Conflito de Interesses: Nenhum relatado.** ###DeepL ###Enfrentando a Pandemia COVID-19 em Populações com Doenças Mentais Graves Benjamin G. Druss, MD, MPH1Psiquiatria JAMA. 

 Publicado online em 3 de abril de 2020. 

 doi:10.1001/jamapsychiatry.2020.0894A doença coronavírus de 2019 (COVID-19) apresentará um estresse sem precedentes para pacientes e sistemas de saúde em todo o mundo. Como atualmente não há vacina ou tratamento para a infecção subjacente, os esforços atuais de saúde estão focados em proporcionar prevenção e triagem, manter a continuidade do tratamento para outras condições crônicas e garantir o acesso a serviços intensivos adequados para aqueles com os sintomas mais graves.1Os desastres afetam desproporcionalmente as populações pobres e vulneráveis, e os pacientes com doenças mentais graves podem estar entre os mais atingidos. Altas taxas de tabagismo nessa população podem aumentar o risco de infecção e conferir pior prognóstico entre aqueles que desenvolvem a doença.2 A instabilidade residencial e a falta de moradia podem aumentar o risco de infecção e dificultar a identificação, o acompanhamento e o tratamento daqueles que estão infectados.3 Indivíduos com doenças mentais graves que são empregados podem ter dificuldades em tirar tempo do trabalho e podem não ter cobertura de seguro suficiente para cobrir testes ou tratamento. Pequenas redes sociais podem limitar as oportunidades de obter apoio de amigos e familiares, caso indivíduos com doenças mentais graves adoeçam. Em conjunto, esses fatores podem levar a taxas elevadas de infecção e piores prognósticos nessa população.Quais estratégias estão disponíveis para mitigar o resultado desta epidemia entre os pacientes com doenças mentais graves? As políticas federais de preparação desenvolvidas na esteira de desastres complexos têm abraçado cada vez mais a noção de preparação de toda a comunidade, que apóia a construção e o apoio de estruturas em múltiplos níveis de preparação e resposta, particularmente para populações vulneráveis.4 Dentro do sistema público de saúde mental, isto inclui o envolvimento com usuários de serviços de saúde mental, clínicos e políticas federais e estaduais.Apoio a Pacientes com Doenças Mentais GravesPessoas com doenças mentais graves devem receber informações atualizadas e precisas sobre estratégias para mitigar riscos e saber quando buscar tratamento médico para a COVID-19. Materiais voltados para o paciente desenvolvidos para populações em geral precisarão ser adaptados para lidar com a alfabetização limitada da saúde e os desafios na implementação de recomendações de distanciamento físico devido à pobreza e situações de vida instáveis. O envio de mensagens precisará fornecer garantias de que aqueles que procuram cuidados não sofrerão penalidades com relação a custos ou status imigratório. Os pacientes precisarão de apoio na manutenção de hábitos saudáveis, incluindo dieta e atividade física, bem como autogestão de condições crônicas de saúde física e mental.Também será importante abordar as dimensões psicológicas e sociais desta epidemia para os pacientes. A preocupação pode tanto exacerbar como ser exacerbada pela ansiedade e sintomas depressivos existentes. Estratégias de distanciamento físico críticas para mitigar a propagação da doença também podem aumentar o risco de solidão e isolamento nesta população. Aqueles que adoecem podem enfrentar o duplo estigma associado com suas infecções e suas condições de saúde mental. Para qualquer paciente, os sintomas psicológicos surgirão em um contexto pessoal e social único que deve ser considerado no desenvolvimento de um plano de tratamento.Capacitando os Clínicos de Saúde MentalOs médicos de saúde mental são muitas vezes o principal ponto de contato com o sistema de saúde mais amplo para seus pacientes com doenças mentais graves e, como tal, representarão os primeiros a responder à pandemia da COVID-19 para muitos desses indivíduos. Os clínicos de saúde mental precisam de treinamento para reconhecer os sinais e sintomas desta doença e desenvolver conhecimento sobre estratégias básicas para mitigar a propagação da doença tanto para os seus pacientes como para eles mesmos. Os clínicos devem ter discussões com seus pacientes sobre a melhor forma de implementar as estratégias.Os médicos precisarão de apoio para manter sua própria segurança e bem-estar. Sempre que possível, os serviços devem ser prestados via tele-saúde e não pessoalmente, e quando forem necessárias visitas presenciais, em formatos individuais e não em grupo. O atendimento a crianças e idosos deve ser disponibilizado para os médicos de saúde mental que trabalham em turnos extras. O apoio de colegas será essencial para a manutenção do bem-estar físico, mental e social, especialmente se a pandemia for de longa duração.Fortalecimento dos Sistemas de Saúde MentalA pandemia da COVID-19 é susceptível de colocar uma grande tensão nos centros comunitários de saúde mental e hospitais psiquiátricos estaduais. Essas instalações têm capacidade limitada para triagem ou tratamento de condições médicas, e poucas têm relações existentes com órgãos de saúde pública locais ou estaduais. É fundamental que essas organizações desenvolvam planos de continuidade de operação para assegurar que elas possam manter funções vitais diante de doenças do pessoal ou da escassez de medicamentos psicotrópicos. As clínicas precisarão de protocolos para identificar e encaminhar pacientes em risco de infecção e estratégias de auto-quarantina para os clínicos que desenvolvem sintomas da doença. Proteções ambientais adequadas, incluindo espaços bem ventilados, fácil acesso à lavagem das mãos e equipamentos de proteção individual devem estar disponíveis. Ambientes institucionais, incluindo hospitais psiquiátricos estaduais, lares de idosos e instalações de cuidados de longo prazo, estarão em risco particularmente alto de surtos e precisam garantir que eles tenham planos de contingência para detectá-los e contê-los caso ocorram.Expandindo as Políticas de Saúde MentalNas próximas semanas haverá uma onda de nova legislação e regulamentação federal e políticas estaduais desenvolvidas para mitigar os resultados de saúde e econômicos do surto da COVID-19.5 Essas políticas terão especial urgência para populações com doenças mentais graves, devido aos seus elevados riscos. As autoridades estaduais de saúde mental desempenharão um papel crítico na criação e administração de políticas relativas à COVID-19 em seus hospitais estaduais e clínicas comunitárias de saúde mental. O papel das políticas sociais, como o Programa de Assistência Nutricional Suplementar, apoio habitacional e licença médica remunerada para funcionários por hora, será vital para garantir a saúde e o bem-estar dessa população.A pandemia da COVID-19 criará desafios sociais e de saúde sem precedentes, tanto nos EUA como internacionalmente. Pessoas com doenças mentais graves correrão um risco único neste período, assim como o sistema público de saúde mental será central para a prestação de seus cuidados. O planejamento e execução cuidadosos em múltiplos níveis serão essenciais para minimizar os resultados adversos desta pandemia para esta população vulnerável.Informações do ArtigoAutor Correspondente: Benjamin G. Druss, MD, MPH, Rollins School of Public Health, Emory University, 1518 Clifton Rd, Atlanta, GA 30322 ([email protected]).Publicado online: 3 de abril de 2020. doi:10.1001/jamapsychiatry.2020.0894Divulgação de Conflito de Interesses: Nenhum reportado.Traduzido com a versão gratuita do tradutor — www.DeepL.com/Translator** ###Google Tradutor ###Lidando com a pandemia do COVID-19 em populações com doenças mentais graves** Benjamin G. Druss , MD, MPH1JAMA Psychiatry.

Publicado on-line em 3 de abril de 2020.

doi: 10.1001 / jamapsychiatry.2020.0894A pandemia da doença de coronavírus 2019 (COVID-19) apresentará um estressor sem precedentes para pacientes e sistemas de saúde em todo o mundo. Como atualmente não existe vacina ou tratamento para a infecção subjacente, os esforços atuais de saúde estão focados em fornecer prevenção e rastreamento, manter a continuidade do tratamento para outras condições crônicas e garantir acesso a serviços adequadamente intensivos para aqueles com os sintomas mais graves. 1 1Os desastres afetam desproporcionalmente populações pobres e vulneráveis ​​e os pacientes com doenças mentais graves podem estar entre os mais atingidos. Altas taxas de tabagismo nessa população podem aumentar o risco de infecção e conferir pior prognóstico entre aqueles que desenvolvem a doença. 2 Instabilidade residencial e falta de moradia podem aumentar o risco de infecção e dificultar a identificação, o acompanhamento e o tratamento das pessoas infectadas. 3Indivíduos com doenças mentais graves empregadas podem ter dificuldades em tirar uma folga do trabalho e podem não ter cobertura de seguro suficiente para cobrir os testes ou o tratamento. Pequenas redes sociais podem limitar as oportunidades de obter apoio de amigos e familiares, caso indivíduos com doenças mentais graves fiquem doentes. Tomados em conjunto, esses fatores podem levar a taxas elevadas de infecção e a pior prognóstico nessa população.Quais estratégias estão disponíveis para mitigar o resultado dessa epidemia entre pacientes com doença mental grave? As políticas federais de preparação, desenvolvidas na sequência de desastres complexos, adotaram cada vez mais a noção de preparação de toda a comunidade, que apóia a construção e o suporte de estruturas em vários níveis para preparar e responder, principalmente para populações vulneráveis. 4 No sistema público de saúde mental, isso inclui o envolvimento com usuários de serviços de saúde mental, clínicos e políticas federais e estaduais.Apoio a pacientes com doença mental graveAs pessoas com doenças mentais graves devem receber informações precisas e atualizadas sobre estratégias para mitigar riscos e saber quando procurar tratamento médico para o COVID-19. Os materiais voltados para o paciente, desenvolvidos para populações em geral, precisarão ser adaptados para lidar com a alfabetização em saúde limitada e os desafios na implementação de recomendações de distanciamento físico devido à pobreza e às situações de vida instáveis. As mensagens precisarão fornecer garantias de que aqueles que procuram atendimento não sofrerão penalidades com relação ao custo ou ao status de imigração. Os pacientes precisarão de apoio para manter hábitos saudáveis, incluindo dieta e atividade física, bem como o autogerenciamento de condições crônicas de saúde mental e física.Também será importante abordar as dimensões psicológicas e sociais dessa epidemia para os pacientes. A preocupação pode exacerbar e ser exacerbada pela ansiedade e pelos sintomas depressivos existentes. Estratégias de distanciamento físico, críticas para mitigar a propagação da doença, também podem aumentar o risco de solidão e isolamento nessa população. Aqueles que adoecem podem enfrentar um estigma duplo associado às infecções e às condições de saúde mental. Para qualquer paciente, os sintomas psicológicos surgirão em um contexto pessoal e social único que deve ser considerado no desenvolvimento de um plano de tratamento.Capacitando Clínicos de Saúde MentalOs médicos de saúde mental costumam ser o principal ponto de contato com o sistema de assistência médica mais amplo para seus pacientes com doenças mentais graves e, como tal, representam os primeiros a responder à pandemia de COVID-19 para muitos desses indivíduos. Os médicos de saúde mental precisam de treinamento para reconhecer os sinais e sintomas desta doença e desenvolver conhecimentos sobre estratégias básicas para mitigar a propagação da doença, tanto em seus pacientes quanto em si mesmos. Os médicos devem conversar com seus pacientes sobre a melhor forma de implementar as estratégias.Os médicos precisarão de apoio para manter sua própria segurança e bem-estar. Sempre que possível, os serviços devem ser prestados via telessaúde e não pessoalmente, e quando visitas pessoais são necessárias, em formatos individuais e não em grupos. Cuidados com crianças e idosos devem ser disponibilizados para os médicos de saúde mental que trabalham em turnos extras. O apoio dos colegas será essencial para manter o bem-estar físico, mental e social, principalmente se a pandemia tiver uma duração prolongada.Fortalecimento dos sistemas de saúde mentalÉ provável que a pandemia do COVID-19 exerça grande pressão sobre os centros comunitários de saúde mental e os hospitais psiquiátricos estaduais. Essas instalações têm capacidade limitada para rastrear ou tratar condições médicas, e poucas têm relações existentes com agências de saúde pública locais ou estaduais. É essencial que essas organizações desenvolvam planos de continuidade de operações para garantir que possam manter funções vitais em face de doenças da equipe ou escassez de medicamentos psicotrópicos. As clínicas precisarão de protocolos para identificar e encaminhar pacientes em risco de infecção e estratégias de auto-quarentena para clínicos que desenvolvam sintomas da doença. Proteções ambientais adequadas, incluindo espaços bem ventilados, fácil acesso à lavagem das mãos e equipamentos de proteção individual devem estar disponíveis. As configurações institucionais, incluindo hospitais psiquiátricos estaduais, asilos e instalações de cuidados de longo prazo, correm um risco particularmente alto de surtos e precisam garantir que eles tenham planos de contingência para detectá-los e contê-los, caso ocorram.Expansão das políticas de saúde mentalNas próximas semanas, haverá uma onda de nova legislação e regulamentos federais e políticas estaduais desenvolvidas para mitigar os resultados econômicos e de saúde do surto de COVID-19. 5 Essas políticas terão especial urgência para populações com doenças mentais graves devido aos seus riscos elevados. As autoridades estaduais de saúde mental desempenharão um papel crítico na criação e administração de políticas relacionadas ao COVID-19 em seus hospitais estaduais e clínicas comunitárias de saúde mental. O papel das políticas sociais, como o Programa de Assistência Nutricional Suplementar, o apoio à moradia e as licenças médicas remuneradas para funcionários horistas serão vitais para garantir a saúde e o bem-estar dessa população.A pandemia do COVID-19 criará desafios sociais e de saúde sem precedentes, tanto nos EUA quanto internacionalmente. Pessoas com doenças mentais graves correm um risco excepcionalmente alto durante esse período, assim como o sistema público de saúde mental, essencial para a prestação de seus cuidados. Um planejamento e execução cuidadosos em vários níveis serão essenciais para minimizar os resultados adversos dessa pandemia para essa população vulnerável.Artigo InformaçõesAutor correspondente: Benjamin G. Druss , MD, MPH, Rollins School of Public Health, Emory University, 1518 Clifton Rd, Atlanta, GA 30322 ( [email protected] ).Publicado on-line: 3 de abril de 2020. doi: 10.1001 / jamapsychiatry.2020.0894Divulgações de Conflito de Interesses: Nenhum relatado.** ###Bing Translator ###Abordando a Pandemia COVID-19 em populações com doença mental grave Benjamin G. Druss, MD, MPH1

Psiquiatria JAMA. 

Publicado online em 3 de abril de 2020. 

doi:10.1001/jamapsychiatry.2020.0894A pandemia da doença do coronavírus 2019 (COVID-19) apresentará um estressor sem precedentes para pacientes e sistemas de saúde em todo o mundo. Como atualmente não há vacina ou tratamento para a infecção subjacente, os esforços atuais de saúde estão focados em fornecer prevenção e triagem, manter a continuidade do tratamento para outras condições crônicas e garantir o acesso a serviços adequadamente intensivos para aqueles com os sintomas mais graves.1Desastres afetam desproporcionalmente populações pobres e vulneráveis, e pacientes com doenças mentais graves podem estar entre os mais atingidos. Altas taxas de tabagismo nessa população podem aumentar o risco de infecção e conferir um pior prognóstico entre aqueles que desenvolvem a doença.2 A instabilidade residencial e a falta de moradia podem aumentar o risco de infecção e dificultar a identificação, acompanhamento e tratamento daqueles que estão infectados.3 Indivíduos com doenças mentais graves que estão empregados podem ter desafios para tirar folga do trabalho e podem não ter cobertura suficiente de seguro para cobrir testes ou tratamentos. Pequenas redes sociais podem limitar as oportunidades de obter apoio de amigos e familiares caso indivíduos com doenças mentais graves adoeçam. Juntos, esses fatores podem levar a elevadas taxas de infecção e piores prognósticos nesta população.Quais estratégias estão disponíveis para mitigar o resultado dessa epidemia entre pacientes com doença mental grave? As políticas federais de preparação desenvolvidas na esteira de desastres complexos têm adotado cada vez mais a noção de preparação comunitária inteira, que apoia a construção e o apoio a estruturas em múltiplos níveis para preparar e responder, particularmente para populações vulneráveis.4 Dentro do sistema público de saúde mental, isso inclui o engajamento com usuários de serviços de saúde mental, médicos e políticas federais e estaduais.Pacientes com doença mental gravePessoas com doenças mentais graves devem ser fornecidas com informações atualizadas e precisas sobre estratégias para mitigar riscos e saber quando procurar tratamento médico para o COVID-19. Os materiais voltados para o paciente desenvolvidos para populações em geral precisarão ser adaptados para enfrentar a alfabetização limitada em saúde e os desafios na implementação de recomendações de distanciamento físico devido à pobreza e situações de vida instáveis. As mensagens precisarão fornecer garantias de que aqueles que procuram atendimento não enfrentarão sanções no que diz respeito ao custo ou ao status de imigração. Os pacientes precisarão de apoio na manutenção de hábitos saudáveis, incluindo dieta e atividade física, bem como autogerenciamento de condições crônicas de saúde mental e física.Também será importante abordar as dimensões psicológicas e sociais dessa epidemia para os pacientes. A preocupação pode exacerbar e ser exacerbada pela ansiedade existente e sintomas depressivos. Estratégias de distanciamento físico críticas para mitigar a propagação da doença também podem aumentar o risco de solidão e isolamento nessa população. Aqueles que adoecem podem enfrentar duplo estigma associado às suas infecções e suas condições de saúde mental. Para qualquer paciente, os sintomas psicológicos surgirão em um contexto pessoal e social único que deve ser considerado no desenvolvimento de um plano de tratamento.Capacitando médicos de saúde mentalOs médicos de saúde mental são frequentemente o ponto principal de contato com o sistema de saúde mais amplo para seus pacientes com doenças mentais graves, e como tal representarão os socorristas para a pandemia COVID-19 para muitos desses indivíduos. Os médicos de saúde mental precisam de treinamento para reconhecer os sinais e sintomas dessa doença e desenvolver conhecimentos sobre estratégias básicas para mitigar a propagação da doença tanto para seus pacientes quanto para si mesmos. Os médicos devem ter discussões com seus pacientes sobre a melhor forma de implementar as estratégias.s médicos precisarão de apoio para manter sua própria segurança e bem-estar. Sempre que possível, os serviços devem ser prestados via telessaúde e não presencialmente, e quando as visitas presencials são necessárias, em formatos individuais e não em grupo. Os cuidados de crianças e idosos devem ser disponibilizados para os médicos de saúde mental que trabalham em turnos extras. O apoio dos colegas será essencial para a manutenção do bem-estar físico, mental e social, especialmente se a pandemia for de longa duração.Fortalecimento dos Sistemas de Atenção à Saúde MentalA pandemia COVID-19 provavelmente colocará uma grande pressão sobre centros comunitários de saúde mental e hospitais psiquiátricos estaduais. Essas instalações têm capacidade limitada para triagem ou tratamento de condições médicas, e poucas têm relações existentes com órgãos públicos locais ou estaduais de saúde. É fundamental que essas organizações desenvolvam planos de continuidade de operações para garantir que possam manter funções vitais diante de doenças de funcionários ou escassez de medicamentos psicotrópicos. As clínicas precisarão de protocolos para identificar e encaminhar pacientes em risco de infecção e estratégias de auto-quarentena para médicos que desenvolvem sintomas da doença. Proteções ambientais adequadas, incluindo espaços bem ventilados, fácil acesso à lavagem das mãos e equipamentos de proteção individual devem estar disponíveis. Os ambientes institucionais, incluindo hospitais psiquiátricos estaduais, asilos e asilos de longa duração, estarão em risco particularmente elevado para surtos e precisam garantir que eles tenham planos de contingência para detectá-los e contê-los se ocorrerem.Expansão das Políticas de Saúde MentalNas próximas semanas haverá uma onda de novas legislações e regulamentos federais e políticas estaduais desenvolvidas para mitigar os resultados de saúde e econômicos do surto do COVID-19.5 Essas políticas terão especial urgência para populações com doenças mentais graves devido aos seus riscos elevados. As autoridades estaduais de saúde mental desempenharão um papel fundamental na criação e administração de políticas relativas ao COVID-19 em seus hospitais estaduais e clínicas comunitárias de saúde mental. O papel das políticas sociais, como o Programa de Assistência Nutricional Suplementar, auxílio-moradia e licença remunerada para funcionários por hora será vital para garantir a saúde e o bem-estar dessa população.A pandemia COVID-19 criará desafios sociais e de saúde sem precedentes, tanto nos EUA quanto internacionalmente. Pessoas com doenças mentais graves estarão em risco excepcionalmente alto durante este período, assim como o sistema público de saúde mental central para a prestação de seus cuidados. O planejamento e a execução cuidadosos em múltiplos níveis serão essenciais para minimizar os resultados adversos dessa pandemia para essa população vulnerável.Informações sobre o artigoAutor correspondente: Benjamin G. Druss, MD, MPH, Rollins School of Public Health, Emory University, 1518 Clifton Rd, Atlanta, GA 30322 ([email protected]).Publicado online: 3 de abril de 2020. doi:10.1001/jamapsychiatry.2020.0894Divulgação de Conflito de Interesses: Nenhum relatado.** ###Referências

  1. Adalja AA , Toner E , Inglesby TV . Priorities for the US health community responding to COVID-19. JAMA. Published online March 3, 2020. doi: 10.1001/jama.2020.3413 PubMedGoogle Scholar2. Lewis T . Smoking or vaping may increase the risk of a severe coronavirus infection. Sci Am. Published 2020. Accessed March 26, 2020. https://www.scientificamerican.com/article/smoking-or-vaping-may-increase-the-risk-of-a-severe-coronavirus-infection1/3. Tsai J , Wilson M . COVID-19: a potential public health problem for homeless populations. Lancet Public Health. 2020;S2468–2667(20)30053–0. doi: 10.1016/S2468–2667(20)30053–0 PubMedGoogle Scholar4. Brown JT . Presidential policy directive 8 and the national preparedness system: background and issues for Congress. 2011. Accessed March 26, 2020. https://fas.org/sgp/crs/homesec/R42073.pdf5. Forman H , Fowler E , Ranney M , et al. Health care priorities for a COVID-19 stimulus bill: recommendations to the administration, Congress, and other federal, state and local leaders from public health, medical, policy and legal experts. Health Aff (Millwood). 2020. Google Scholar** ###Conclusão Claro que do meu ponto de vista os tradutores automáticos dão uma boa ideia do que o texto trata, ainda que em alguns momentos, principalmente em estruturas que sejam mais complexas no inglês e se utilizem das formações mais comuns — SVO contra SOV — e adjetivações acabam se tornando um grande problema pros tradutores automáticos e, sendo sincero, pros humanos também.É possível você ter um entendimento básico com uma tradução automática, uma coisa muito boa e que ajuda muito aquelas pessoas que não falam determinado idioma, contudo, um entendimento completo do texto só virá quando um tradutor humano pelo menos revisar o trabalho do nosso amiguinho robô.